Prefeito de Cabo Frio entrega chaves dos quiosques/restaurantes da Nova Orla do Forte.

Muita emoção e várias histórias de como eram os quiosques no passado marcaram a solenidade de entrega das chaves
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O prefeito de Cabo Frio, Alair Corrêa, fez nesta quinta-feira (5/12), a entrega das chaves aos 15 concessionários dos quiosques da Nova Orla da Praia do Forte. O evento serviu também como apresentação dos novos espaços para empresários, imprensa, vereadores e secretários municipais. Famíliares dos quiosqueiros também foram convidados.
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Com as chaves em mãos, cada quiosqueiro vai começar a montar estoques para já colocar os quiosques em funcionamento nos próximos dias.

- Depois do Cristo, depois do Pão-de-Açucar, não existe coisa mais bonita que nossa Orla – emocionado falou Launi Castro, do Quiosque nº 1 e Presidente da Associação dos Quiosqueiros da Praia do Forte.
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Os 15 quiosques/restaurantes que foram construídos na Nova Orla do Forte têm equipamentos de ponta, dentro dos padrões de sustentabilidade e acessibilidade similar aos encontrados nas maiores cidades do mundo. Na oportunidade, o prefeito Alair Corrêa explicou o funcionamento do sistema de coleta de lixo da Nova Orla, com funcionamento hidráulico.

Durante o encontro, o prefeito Alair Corrêa ressaltou a importância do trabalho de cada família que nunca desistiu de trabalhar na Praia do Forte, mesmo que em condições adversas.
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- O homem público tem que saber honrar seus compromissos e ser justo com quem é de direito. Essas pessoas são as mesmas de 30 anos atrás – afirmou o prefeito

Filha da Tia Maria, uma das primeiras quiosqueiras da praia, Elizabete Souza Castro também contou um pouco da sua ligação no trabalho e da emoção de receber as chaves dos novos quiosques/restaurantes.



- Mamãe (Tia Maria) tem 47 anos na praia. Lembro que, quando era criança, um prefeito da época expulsou todos os donos de quiosques da praia. Eram traillers de madeiras. Quando Alair ganhou a eleição, ficamos em frente da casa dele esperando ele sair de carro. Batemos no vidro do carro, ele abaixou o vidro e mamãe conversou com ele a situação. Alguns meses após, ele providenciou um terreno baldio do outro lado da pista. Não vendíamos nada, mas estávamos lá. Tenho isso registrado em minha memória, pois na época era uma menina. Estou muito feliz e emocionada, só tenho que agradecer – contou Elizabete.

Texto: Rosália Moreira
Fotos: Ari dos Santos
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