10 dicas para reduzir gastos excessivos na viagem de Carnaval

Com a inflação e o dólar em alta, os destinos brasileiros são os mais procurados pelos brasileiros. Segundo dados da Hitwise, ferramenta de inteligência em marketing digital da Serasa Experian, os destinos brasileiros, como parques aquáticos em São Paulo e Ceará, Beto Carreiro (SC), Caldas Novas (GO), Uberlândia (MG), Porto Seguro (BA) e Cabo Frio (RJ) foram os mais buscados na categoria ‘Viagem – Destinos e Acomodações’, no período de quatro semanas consecutivas terminadas em 08 de fevereiro de 2014. Depois dos brasileiros, os lugares destinos internacionais mais procurados são Disney, Nova York e Portugal.


De acordo com economistas da Serasa, procurar por promoções e lugares que ofereçam vantagens, como as principais refeições inclusas na estadia, por exemplo, pode ajudar a economizar gastos tanto para viagens internacionais como para o turismo local.
Confira dicas preparadas pelos economistas da Serasa Experian para ajudar o consumidor a se planejar o Carnaval gastando menos:
10 dicas para ajudar o consumidor a se planejar no Carnaval 
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O dólar e a inflação estão em alta e isso pode ter influenciado também nos preços das viagens para os destinos nacionais. Neste momento, o ideal é que o consumidor faça uma boa pesquisa e procure promoções de lugares que ofereçam vantagens, como as principais refeições inclusas na estadia, por exemplo;
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Faça as contas e veja se não é mais vantajoso viajar de carro. Se a distância for curta e o carro estiver com a capacidade máxima e segura de pessoas, pode valer mais a pena do que ir de ônibus ou avião;
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Se o carro não for uma opção, verifique o preço das passagens nos sites das empresas de transporte aéreo, terrestre e agências de turismo. Horários alternativos, como madrugada, geralmente têm descontos. Avalie também as condições oferecidas por cada empresa e informe-se sobre juros cobrados em caso de parcelamento longo. No caso de passagem aérea, verifique se já estão incluídas as taxas de embarque;
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Se optar por pacotes de viagem, procure várias agências, pesquise preços, condições de pagamento (parcelamentos e taxas de juros) e outros detalhes. Também não esqueça de verificar se a empresa escolhida possui uma situação financeira estável, para não ser surpreendido às vésperas da viagem. Com uma consulta no valor de R$16,90, o consumidor fica sabendo, por exemplo, se a agência de turismo não está inadimplente e à beira da falência. Para ter informações acesse o link: www.voceconsultaempresas.com.br;
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Conte com a ajuda da internet para pesquisar informações sobre os hotéis e pousadas. Procure nos sites de hospedagem, que muitas vezes têm tarifas mais baixas. Também, verifique as despesas não inclusas na estadia, como taxas de serviço e impostos. Em destinos internacionais, é comum que haja impostos cobrados à parte, no próprio hotel. Nos Estados Unidos, por exemplo, é comum que taxas e impostos passem dos 20% nas diárias nos hotéis;
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Quando estiver hospedado, evite consumir os produtos do frigobar. Geralmente, o preço é acima do mercado, além de em alguns lugares serem aplicadas ainda as taxas e impostos. Há hotéis que reservam um espaço no frigobar para produtos comprados pelos hóspedes. Aproveite esta comodidade e compre bebidas e petiscos mais em conta no supermercado;
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Informe-se sobre os preços, segurança e formas de traslados disponíveis no destino. Opte pela mais barata;
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Programe-se também para as despesas durante a viagem. Use a internet para pesquisar preços de refeições, transporte, passeios (shows e parques, entre outros). Em algumas cidades, há museus que oferecem entrada gratuita em um dia determinado na semana. Procure os escritórios de turismo na Internet que fornecem este tipo de informação;
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Se a viagem internacional já estiver programada, é importante que o consumidor tenha se planejado anteriormente, com a compra da moeda estrangeira, por exemplo. Também é recomendado gastar com cautela no passeio. Em dezembro de 2013, o governo elevou a taxa do IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 0,38% para 6,38% para o carregamento de cartões pré-pagos com moeda estrangeira. Mesmo assim, a modalidade de pagamento ainda é recomendada por congelar o preço do dólar no momento da compra e por fazer com que o consumidor se limite a gastar dentro do planejado;
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Evite utilizar o cartão de crédito no exterior porque a constante oscilação do dólar pode encarecer ainda mais a fatura. Esse tipo de pagamento deve servir apenas para despesas imprevistas ou para aquelas que o turista já programou para pagar quando voltar de viagem.
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