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(Jesus Cristo)







domingo, 2 de fevereiro de 2014

Veja as manchetes dos principais jornais e revistas deste domingo, 2 de fevereiro. El Salvador e Costa Rica escolhem hoje presidente. Os dois países centro-americanos vivem cenários políticos distintos.


Salvador Sanchez Ceren, candidato do FMLN, é o favorito em El Salvador, mas eleição deve ir para o segundo turno
Foto: REUTERS


O Globo
Dois países centro-americanos vão às urnas neste domingo eleger seus futuros presidentes. Em El Salvador, será escolhido o sucessor de Mauricio Funes, no poder desde 2009, enquanto a Costa Rica elegerá o sucessor de Laura Chinchilla, primeira mulher a governar o país, no cargo desde 2010.
El Salvador viverá sua quinta eleição presidencial desde a sua guerra civil (1980-1992), polarizada entre dois partidos: a Alianza Republicana Nacionalista (ARENA), da direita, agora como oposição; e a Frente Farabundo Martí para la Liberación Nacional (FMLN), da esquerda, no poder desde 2009.
De acordo com recentes pesquisas de opinião pública, a batalha eleitoral será acirrada e é provável que a ARENA, com o candidato Norman Quijano, e a FMLN, com o ex-guerrilheiro Salvador Sánchez Cerén (foto), terão que se enfrentar novamente em março em um segundo turno.
Pesquisas indicam que a FMLN ganhará mais votos no domingo, mas não atingirá a maioria necessária para ganhar a eleição no primeiro turno. Diferentes pesquisas colocam os governistas na frente com 46% e 38% dos votos. Já a Arena ficaria 33% e 29% dos votos.
Em terceiro lugar, com cerca de 14% dos votos, está Elias Antonio Saca, candidato do Movimento Unidade, que reuniu diversas forças conservadoras, mas sem conseguir se firmar, aparentemente, como uma terceira via.
A campanha eleitoral viu o enfrentamento de dois modelos opostos. Apoiando-se no neoliberalismo, a ARENA fez uma forte defesa dos setores com atividade mais dinâmica de El Salvador: cinco ou seis grupos que dominaram a economia local de 1989 a 2009, e que foram taxados como “oligarquicos” pela esquerda. No período que esteve no poder, a Arena dolarizou a economia local e privatizou serviços estatais, abrindo o comércio para o mercado global .
No outro lado da moeda está o modelo do FMLN, que tem feito um governo moderado, sem romper sua tradicional aliança com Washington, mas ainda assim mantendo inclinações ideológicas com Cuba e a Venezuela. O próprio presidente Mauricio Funes declarou que, se conseguir se manter no governo, o FMLN não mudará sua política com os Estados Unidos. Ele fez questão de lembrar, durante a campanha, que os americanos ainda são os maiores sócios comerciais do país.
Já a Costa Rica, que se mantém como uma das democracias mais estáveis da América Latina, poderá viver o fim de um ciclo histórico neste domingo, quando um eleitorado muito dividido decidirá se deve manter o partido tradicional ou se deve apostar na mudança.
Uma derrota da situação representaria o fim do domínio de dois partidos que se alternaram no poder desde o início da década de 80: o Liberación Nacional e a Unidad Social Cristiana. Por outro lado, se a Liberacíon Nacional vencer será a primeria vez que um mesmo partido governa três vezes seguidas no país, já que nas duas últimas eleições venceu com Oscar Arias e Laura Chinchilla.
Dividido por lutas internas e alegações de corrupção, o que resultou em penas de prisão aos ex-presidentes Rafael Calderon e Miguel Angel Rodriguez, o Partido de Unidad Social Cristiana deixou de ser uma força de peso há alguns anos e deverá obter poucos votos.
Já os governistas da Liberacíon Nacional, um partido de centro que tem como candidato Johnny Araya, deverão enfrentar três rivais que sonham com um segundo turno — o que poderia aglutinar a oposição. Um deles, a Frente Amplio de izquierda, com o seu carismático candidato José María Villalta, chegou a liderar as pesquisas por um tempo.
Para ganhar as eleições, Araya - um engenheiro agrônomo de 57 anos, que foi prefeito da capital San José por 22 anos - deve superar o descontentamento gerado pelo desemprego de 10,4% (uma alta histórica na Costa Rica), combinado com um déficit fiscal crescente, que atualmente é superior a 5% do Produto Interno Bruto do País, podendo chegar a até 6% no final do ano.


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Jornais nacionais
Folha de S.Paulo
Agora S.Paulo
O Estado de S.Paulo
BC cobra de empresas e clubes R$ 39,8 bi em multas
O Globo

Policiais não sabem como conter protestos violentos
Correio Braziliense

Acima de policiais, o rigor da lei
Estado de Minas

Já usei crack, cocaína, LSD e outras drogas... mas da maconha não consigo me livrar
Zero Hora

Seis pontos que podem mudar: o transporte da capital
*
Revistas
Veja

O homem que venceu a máquina
Época

O Risco da Copa
Isto É

A revolução na queima de calorias
Carta Capital

Quem pretende parar o Brasil em 2014?

*

Jornais internacionais
The New York Times (EUA)
Regras de lobby não terminam nas portas do Capitólio
El País (Espanha)
Empresas adiam criação de postos de trabalho para 2015 


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Correio Braziliense

Manchete: Acima de policiais, o rigor da lei
Justiça considera ilegal operação tartaruga. Manifestantes exigem o direito à segurança

Tribunal de Justiça determinou o fim imediato do movimento organizado por facções de policiais que permitiu o aumento brutal da criminalidade em Brasília. Indignadas com a onda de violência, 800 pessoas exigiram mudanças na legislação e mais empenho na segurança pública. Ana Cleide, mãe de Leonardo Monteiro, disse ao comandante da PM que acompanhava a manifestação: “Essa o GDF está me devendo". E fez um apelo: “Não quero que outros jovens terminem assim, como o meu filho".

Patrulhas voltam às ruas, mas ainda são esporádicas

Shopping no Plano Piloto é assaltado à luz do dia

(Pg. 1 e 21 a 24)

Rússia em alerta para os Jogos de Inverno (pg. 1 e Superesportes - Capa)


Mordomias bilionárias no alto escalão do governo
Chegam a R$ 10,7 bilhões os custos dos Três Poderes para transferência de pessoal, auxílio-moradia e acomodação dos apadrinhados que se mudam para a capital federal. Tudo com dinheiro público.
(PÁGINA 1 e 8)

Mensalão Pizzolato e sua fuga anunciada
Condenado pelo STF, o ex-diretor do Banco do Brasil arquitetou ida clandestina para a Itália, desfazendo-se dos bens aos poucos para não chamar a atenção.
(PÁGINAS 1, 2 E 3)

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Estado de Minas

Manchete: "Já usei crack, cocaína, LSD e outras drogas... mas da maconha não consigo me livrar"
Principal entidade de atendimento a dependentes de drogas e álcool, o Centro Mineiro de Toxicomania (CMT) alerta sobre os riscos do uso de maconha, que tem se tornado um perigoso vício para um grupo de usuários. (Pág. 1, 21 e 22)
Mensalão - Pizzolato: anatomia de uma fuga planejada
Foram oito anos de preparação para uma saída clandestina do país. Assim
agiu o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato,que tem dupla nacionalidade, para conseguir ser o único condenado foragido. (Pág. 1, 3 e 4)

Mensalão - Condenados se adaptam à rotina na cadeia
José Dirceu e Valdemar da Costa Neto trabalham na biblioteca. Reconhecido pelos outros presos,o ex-deputado Bispo Rodrigues distribui bênçãos. (Pág. 1 e 2)
Dinheiro público - Desperdício sem critério de R$ 10,7 bi
Um recém-comissionado do governo mudou-se do Rio para Brasília. Recebeu R$ 54 mil, além de passagens aéreas. Dois meses depois,foi exonerado.Recebeu mais R$ 54 mil. (Pág. 1, 10 e 11)
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Jornal do Commercio

Manchete: Boas ideias para fugir do trânsito
O que é muito ruim deve piorar amanhã, com a volta às aulas das escolas particulares. Veja dicas para minimizar efeitos de engarrafamentos, que vão de mudanças de hábitos a parcerias. (Pg. 1 e Cidades 6)
Aluguel para a Copa não decola
Procura dos visitantes por locação de casas, apartamentos e até quartos ainda tem sido baixa. (Pg. 1 e Economia 8)
PF faz operação contra pedofilia e racismo na internet (Pg. 1 e Capa Dois)


O alto custo do inchaço ministerial
Somente com as folhas de 39 pastas, o governo vai gastar este ano R$ 185 bilhões, o que trava a máquina pública. (Pg. 1 e Economia 11)
Programa vê resultados em curto prazo
Projeto Trampolim, criado em outubro passado, começa a abrir portas e dar vida nova a jovens que largam o crime. (Pg. 1 e Cidades 8)
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Veja

Manchete: O homem que venceu a máquina
Como o diretor José Padilha, de Tropa de Elite, dobrou Hollywood e fez de RoboCop um "filme brasileiro" de 140 milhões de dólares
Exclusivo - O manual da propina da Alstom


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Época

Manchete: O Risco da Copa
Violência nos protestos, obras pela metade, preços que assustam - os desafios a superar para garantir a festa gloriosa que desejamos
Mensalão: O deputado João Paulo Cunha à espera da prisão


Tragédia
O relato do pai que viu o filho morrer no desabamento da passarela no Rio de Janeiro.
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ISTOÉ

Manchete: A revolução na queima de calorias
A ciência descobre novas estratégias para acelerar o metabolismo do organismo. Saiba quais são

Os testes genéticos que mostram como cada pessoa gasta sua energia

As bactérias que ajudam a emagrecer


COMEÇOU 20:17
TERMINOU 20:18

Tragédia no Rio
A morte e o caos andam de carona com a negligência nas grandes cidades brasileiras.


C: 20:19
T: 20:19:40

Mordomia
As muitas pitadas de polêmica no cardápio do luxuoso jantar da presidente Dilma em Lisboa.
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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: Jorge Paulo Lemann embarca mais R$ 1 bilhão no submarino vermelho
O bilionário brasileiro mais pop do mundo e seus sócios Marcel Telles e Beto Sicupira insistem em turbinar a B2W, dona da Americanas.com e da Submarino, que só dá prejuízo. Entenda sua estratégia.

Jorge Paulo Lemann: Sua banda, a 3G Capital, comprou poderosas marcas nos EUS e no Brasil.

Marcel Telles: Lista de sucessos inclui Burger King, Budweiser e Heinz

Beto Sucupira: lidera a capitalização de uma empresa desafinada, a B2W

Chase Coleman: Vocalista do Tiger Global, é sócio da Amazon e entrou na viagem do trio.

C: 20:23
T: 20:27

Caos na Argentina: Por que devemos evitar o abraço de afogado de Cristina Kirchner
C: 20:28
T: 20:28:20

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Carta Capital

Manchete: Quem pretende parar o Brasil em 2014?
c: 20:30
Igreja católica
O papa influencia no Brasil a opção preferencial pelos pobres
Especial: Portos, o novo eixo do desenvolvimento do Nordeste


The Economist: As profissões ameaçadas pelo avanço tecnológico


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Zero Hora

Manchete: 6 pontos que podem mudar: o transporte da capital
Radiografia com mais de 4 mil páginas elaborada pelo TCE aponta irregularidades no sistema, como uso de frota reserva para cálculo da tarifa e licenças concedidas a empresas há 60 anos sem licitação. Relatório será votado dia 12 e pode alterar política de transporte público. (PÁGINAS 1, 4 e 5)
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EBC Serviços
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