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quinta-feira, 13 de março de 2014

Futebol: em cinco horas, Fifa vende 203.330 ingressos para a Copa

Agora, restam menos de 150.000 entradas na penúltima etapa de vendas
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Torcida durante a final da Copa das Confederações no Maracanã
Torcida durante a final da Copa das Confederações no Maracanã - Ivan Pacheco
















A Fifa anunciou ontem (12\3) que 203.330 ingressos para os jogos da Copa do Mundo foram vendidos nas primeiras cinco horas da nova etapa de vendas, iniciada nesta quarta-feira, às 8h (de Brasília). A maior parte das entradas foi comprada por residentes no Brasil: 143.085 bilhetes. Também houve boa procura dos Estados Unidos, com 16.059 solicitações, seguidos por Austrália (5.357 ingressos), Colômbia (4.574) e Argentina (3.800). Essa fase de tem rpevisão de durar até o dia 1º de abril.


A Fifa já havia informado que 345.000 ingressos para 60 das 64 partidas da Copa - as exceções
 são o jogo de abertura do torneio (Brasil x Croácia), em São Paulo, a final, no Rio de Janeiro, no Maracanã, e as duas semifinais, em Belo Horizonte e São Paulo - estariam disponíveis nesta fase de vendas, realizada por ordem de chegada do comprador. As entradas para os jogos da seleção brasileira e todas as partidas do Itaquerão, em São Paulo, também já estão esgotadas. A alta procura na manhã desta quarta-feira causou "filas virtuais" e irritou boa parte dos torcedores.
Quem não conseguir entradas nesta etapa de vendas ainda terá mais uma chance de conseguir assistir a Copa do Mundo no estádio. O último lote de ingressos será disponibilizado no dia 15 de abril e a comercialização será feita tanto pela internet quanto presencialmente. Para adquirir a entrada na hora, o torcedor deve se dirigir até um dos postos de venda para retirada de ingressos que vão funcionar nas doze cidades-sede. Os locais serão definidos e anunciados pelo Comitê Organizador da Copa do Mundo em breve.

Pesquisa VEJA: o brasileiro e a Copa-2014

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Imagem negativa


Nas duas questões, os porcentuais foram iguais. Em 2011, pessimismo era menor: 79% achavam que a Copa deixaria uma imagem negativa e 78%, que os estrangeiros teriam má impressão.

O que ficou só na promessa para o Mundial

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Estádios privados

O ministro do Esporte do governo Lula prometia uma Copa totalmente privada, sem uso de dinheiro público nas arenas. Entre as doze sedes do Mundial, porém, só três (São Paulo, Curitiba e Porto Alegre) são empreendimentos particulares - e mesmo essas obras dependem de financiamento de bancos estatais e generosos incentivos públicos.

Seis pontos vulneráveis do Brasil em 2014

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Dores de cabeça nos aeroportos

No decorrer da Copa das Confederações, muitos visitantes reclamaram das falhas na infraestrutura aeroportuária brasileira. Em sedes como Belo Horizonte e Rio de Janeiro (Galeão), deram de cara com aeroportos em obras. Em Salvador, viram um terminal ficar cheio d'água após um temporal. E em quase todas as sedes, sofreram com pequenos transtornos que já viraram rotina para os passageiros brasileiros - e que fazem a experiência de voar no país ser muito mais desagradável. Exemplos: a constante troca de portões de embarque, que faz o viajante zanzar de um lado para outro nos momentos que antecedem o voo, e a longa espera nas esteiras de retirada de bagagens. Além da baixa qualidade dos serviços oferecidos em muitos aeroportos brasileiros, há um outro obstáculo para a Copa: ela está marcada para um período do ano em que muitos aeroportos, principalmente no Sul e no Sudeste, ficam fechados por causa da neblina. Garantia de fortes emoções para quem tiver voos marcados para os dias de jogos em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo (Congonhas) e Rio de Janeiro (Santos Dumont).
(Com Estadão Conteúdo)
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