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quarta-feira, 28 de maio de 2014

Vigilantes de bancos tentam conciliação hoje no TRT. Entidades discutem reivindicações com empresas. Caso solicitações não sejam aceitas, greve permanece sem prazo para terminar



O Dia
Acontece hoje a primeira audiência de conciliação entre as entidades que representam os vigilantes de bancos, em greve, e o sindicato das empresas, no Tribunal Regional do Trabalho do Rio. Há 34 dias de braços cruzados, a categoria espera conseguir avançar nas reivindicações, caso contrário, a paralisação deve continuar por tempo indeterminado.
Centenas de bancos estão funcionando nos últimos dias com apenas um vigilante, mas sem lidar com dinheiro vivo. Em algumas agências chega a faltar notas em caixas eletrônicos, devido à grande procura por esses equipamentos. 


Para tentar solucionar o impasse, foram convocados para a audiência o sindicato patronal e mais nove entidades em greve na capital do Rio, Nova Iguaçu, Belford Roxo, Mesquita, Nova Friburgo, Macaé, Campos, Angra dos Reis e Volta Redonda.
As principais solicitações da categoria são 10% de reajuste salarial, aumento do tíquete refeição para R$ 20, adicional de risco de vida e periculosidade, diária de R$180 para os vigilantes que trabalharão na Copa do Mundo com carteira assinada, redução da jornada de trabalho, plano de saúde, além de avanços nas cláusulas sociais do acordo coletivo.
Nas últimas três reuniões, o sindicato patronal se recusou a continuar as negociações, oferecendo 7% de reajuste salarial e tíquete refeição de R$ 13.
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