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domingo, 29 de junho de 2014

Número de turistas no Rio deve superar as expectativas. Secretaria Especial de Turismo do Rio tem projeção inicial de 400 mil turistas estrangeiros

Tânia Rêgo/Agência Brasil
Turistas estrangeiros desembarcam no aeroporto do Rio e são recebidos com festa
Secretaria Especial do Turismo estima que previsão inicial de 400 mil turistas seja superada
Rio de Janeiro - A chegada de estrangeiros e brasileiros ao Rio de Janeiro desde o início da Copa do Mundo tem movimentado os principais pontos turísticos da cidade.


Para o secretário Especial de Turismo, Antonio Pedro Figueira de Mello, com o avanço das seleções sul-americanas na competição é possível que seja ultrapassada, a projeção inicial de 400 mil turistas estrangeiros feita pela secretaria.
“Estamos observando que milhares de sul-americanos, mesmo sem ingressos estão vindo curtir e sentir o clima da Copa na cidade”, disse.
Fifa Fan Fest, na orla de Copacabana, na zona sul do Rio, tem sido um grande ponto de encontro dos torcedores brasileiros e estrangeiros durante os jogos do Mundial.
Segundo a Empresa de Turismo do Município do Rio (Riotur), entre a terça-feira (17) e segunda-feira (23), mais de 258 mil pessoas estiveram no local. Se levar em consideração o período desde o início do Mundial, o número sobe para 378 mil pessoas.
Além disso, 2,6 mil jornalistas transmitiram para diversos países a animação dos visitantes naquela faixa da praia.
O Cristo Redentor, um dos mais importantes pontos turísticos do Rio, recebeu entre os domingos 15 e 22, 80 mil visitantes, o que representou um crescimento em relação a semana anterior quando foram ao local 50 mil pessoas.
Já o Pão de Açúcar, outro conhecido cartão-postal da cidade, que em períodos de movimentação normal de turistas recebe 3 mil visitantes por dia, na primeira semana da Copa foi visitado por 5 mil pessoas diariamente. Na segunda semana subiu para 8 mil turistas.
De acordo com a Riotur, foi grande também a procura pelos postos fixos de informações turísticas da empresa espalhados pela cidade. Na primeira semana da Copa foram atendidos 15,8 mil (75,5% de estrangeiros). Na semana seguinte aumentou para 17,1 mil atendimentos (87,4% estrangeiros).
Nos 17 postos temporários, houve 18,7 mil atendimentos entre os dias 17 e 23 de junho e no período anterior foram18,5 mil. Os pontos mais procurados têm sido no metrô, Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim, Maracanã, Ipanema e estações do BRT (Bus Rapid Transit).
Para o presidente da Rio Eventos, Leonardo Maciel o clima festivo que o turista encontrou no Rio desde o começo da Copa está favorecendo o aumento de visitantes na cidade.
Ele lembrou que por causa do Mundial, muitos chegaram de motorhome. Isso levou a Prefeitura a transformar o Terreirão do Samba, local de shows, no centro do Rio, em área de estacionamento desses veículos com serviços de banheiro e alimentação disponíveis.
“Isto foi muito legal e certamente as previsões do número de turistas vão superar. A cidade está cheia de visitantes e em cada evento a gente aprende como melhor receber. Acho que é um legado intangível. A gente melhorar a cada vez, porque isto sem dúvida, é uma fonte de renda para o Rio de Janeiro”, explicou.
Maciel explicou que desde a Copa das Confederações houve uma intensificação na sinalização de turistas estrangeiros. Além disso, a mobilidade também ficou favorecida com a inauguração da Transcarioca, via de ligação entre a Ilha do Governador, na zona norte, onde está localizado o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim.
“A pessoa que chega ao Aeroporto do Galeão pode usar uma linha direta de metrô para a estação de Vicente de Carvalho. Tem uma série de medidas que a Prefeitura adotou justamente pela demanda do público que viria para a Copa do Mundo, ou seja, um turismo internacional acentuado, e também nacional de pessoas que não conhecem o Rio e vêm para cá não somente para assistir aos jogos no Maracanã. Os turistas vão a Fan Fest, ao Cristo, Pão de Açúcar, a praia, ao Parque Madureira. A cidade está sendo bem explorada”, disse.
Revista Exame
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